Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 24/10/2019
Visto como deuses, meio de transporte, inspiração de desenhos animados ou companhia aos seres humanos. Esse fatores revelam como os animais estão presentes na sociedade. Atualmente, um projeto de lei foi aprovado em prol deles, atribuindo-os a natureza jurídica de direitos despersonificados e reconhecidos como seres dotados de natureza biológica e emocional e passíveis de sofrimento. No entanto, os maus tratos aos animais ainda são recorrentes por meio da violência explícita.
Em primeiro lugar, o abandono tem sido a agressão mais evidente ultimamente. Segundo uma pesquisa realizada pela fundação “affinity”, na Espanha, isso ocorre devido ninhadas inesperadas, fatores econômicos, comportamento problemático do animal e, não muito, a alergia de algum membro da família, nascimento de um filho e internamento ou morte do proprietário. Sendo assim, o animal fica sujeito a uma morte lenta e dolorosa por vulnerabilidade a acidentes, doenças e a fome.
Vale lembrar que exibições públicas e o uso indiscriminado do animal como meio de transporte são outras formas de crueldade notórias. Os circos, por exemplo, sugiram no século XVIII como entretenimento e o zoológico(significa “lugar para estudo de animais”), segundo a revista “Superinterressante”, tem indícios de 3.500 A.C, no Egito. Evidencia-se, portanto, que essas instituições não cabem mais a esclarecida sociedade do século XXI ,uma vez que já foi comprovado que há maus tratos nessas e o animal é um ser dotado de emoções. Outrossim, é comum ver equinos escravizados como transporte por indivíduos de baixa classe econômica. Sem a devida assistência,os animais são levados a exaustão e consequente morte, demonstrando a “coisificação” do mesmo e descaso da sociedade quanto a esse fato.
Fica claro, portanto, que os animais merecem respeito. Para isso, visando extinguir os casos de abandono, as pessoas que desejam ter um companheiro doméstico, devem tomar essa decisão por meio de um diálogo em família, com planejamento situacional e econômico, além de observar a devida castração do bicho. Ademais, o Estado, mediante um decreto nacional, deve determinar que: zoologicos sejam transformados em centros de reabilitação para animais resgatados de cativeiros ou situações do genero; circos sejam autorizados somente mediante o acompanhamento de um veterinário provido pelo estado, a fim de fiscalizar os treinamentos dos animais; os indivíduos que utilizem o animal como meio de transporte possuam cadastro nacional para que agentes veterinários do governo possam fazer a inspeção do bicho e, caso constatado o mau trato, serem desapropriados e enviados a reabilitação para a participação na ecoterapia de crianças deficientes. Todas essas medidas devem ser aplicadas com o objetivo final de manter o bem estar do animal e a reabilitação da sua saúde.