Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 20/09/2019
Embora de destaque como potência econômica mundial, o Brasil, convive com inúmeros impasses sendo um deles, por sua vez, os maus-tratos com os animais. Diante disso, não é de hoje que isso acontece no país haja visto que desde o período colonial já eram encontrados tais moldes de cuidados. Com isso, é indispensável a reformulação de alguns setores para reduzir tal problema.
É válido ressaltar, primeiramente, que no passado, durante o século XVI, no Brasil Colônia, fazia-se uso de forma excessiva dos bichos. Dessa forma, causando males como desnutrição e desidratação, no qual eram utilizados, principalmente, vacas, cavalos e jumentos, para realizarem tarefas de grande esforço físico como: arado e moagem de cana. Em virtude disso, é inegável que se faz paralelo com os dias atuais, em que animais morrem de fome e sede por serem abandonados pelos seus donos nas ruas fazendo-se, indubitavelmente, necessário serem tomados certos cuidados.
Logo, consoante dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 30 milhões de bichos estão abandonados. É válido salientar, também, que de acordo com a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, nenhum desses podem serem submetidos à maus-tratos e atos cruéis. Assim sendo, é indiscutível que medidas têm que serem tomadas o mais breve para evitar que transtornos sociais sejam causados e, também, dando fim às angustias vividas por esses.
Em face dos argumentos supracitados, cabe, portanto, ao Governo juntamente à organizações como a SOS Animal criar locais públicos de cuidados aos bichos, por meio de postos de saúde e fornecimento de alimentos, ambos gratuitos. Além disso, o Poder Judiciário deve refazer suas leis, deixando-as mais justas e severas. Desse modo, minimizando os sofrimentos deixados pelos seus ex-donos e coibindo óbices deixados pelo período colonial há séculos. Assim, haverá uma pátria forte e com menos danos colaterais.