Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 24/10/2019
No filme infantil 101 dálmatas, cães são maltratados pela protagonista cruella, dona de uma grife da moda que utiliza as peles dos cachorros para confeccionar os casacos de luxo. Fora das telas também é uma realidade já que muitos animais são mortos, devido, o interesse dos caçadores em determinada parte de seu corpo. Essa crueldade ainda é frequente devido a má eficiência des leis e o interesse financeiro nos animais.
Convém ressaltar, a princípio, que a má eficiência de leis é crucial para a permanência aos maus tratos, tendo em vista que, todos os dias surgem novos casos de tais judiações, bem como diz a DEPA (delegacia eletrônica de proteção animal) que nos últimos dois anos, recebeu mais de 16 mil denuncias de violência contra animais domésticos. Nesse sentido vê-se que tais agressores na maioria das vezes sai impune, pois a justiça ainda é muito falha nesses casos.
Some-se a isto que o interesse financeiro é outro empecilho que dificulta a dissipação dos frequentes ocorridos. Contudo, a comercialização insaciável de determinados animais está sendo um dos principais fatores de extinção de variadas espécies. Conforme diz no levantamento feito pela IUCN (união internacional para a conservação da natureza) que mais de 20 mil espécies estão ameaçadas de extinção. O caso mais recente ocorrido em julho de 2018, houve a morte do último rinoceronte-branco-do-norte, onde esses animais são brutalmente assassinados por causa do seu chifre.
Dessa forma, o governo em parceria com o ministério do meio ambiente (MMA) realize projetos de conscientização para a sociedade e aprimore as leis para que haja precisão nas punições que o agressor irá vivenciar caso comete quaisquer fatalidades. Ademais é indispensável a criação de aplicativos para facilitar as denuncias e consequentemente os lugares que possuir mais queixas, fosse frequentemente rondados pela polícia especializada na região.