Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 29/10/2019
Em um dos episódios da série de televisão “Vida Selvagem” foi representado à desvalorização da fauna brasileira por parte Cidadã e Governamental. Este episódio apesar de antigo ainda se mostra presente na realidade, tendo em vista que a falta de engajamento não só do cidadão mas também do Poder Público contribuem para que os maus-tratos contra animais perpetue.
Em primeira estância, a constituição federal de 1988 pune quaisquer atos de crueldade contra animais. Todavia, os esforços governamentais se mostram insuficientes para combater tal prática. A esse o biologo e pesquisador Richard Rassmussem afirma que no Brasil, os maus tratos contra animais ocorre principalmente em devido ao tráfico, no qual sao transportados e vendidos em condicoes precarias e o comprador sem o minimo de orientacao para o manejo do animal. Dessa forma, a carência de políticas públicas que atendem de fato os animais se faz necessário tendo em vista que somente a Carta Magna não é suficiente.
Em segundo lugar, todo animal assim como o ser humano deve ser tratado com respeito e dignidade. Acerca dessa lógica, especialistas afirmam que o uso de elefantes e outros animais fora de seu habitat natural é prejudicial à sua saúde física e mental devido a no circo serem mantidos em jaulas e supercondicionados ao estresse do treinamento, viagens e palco. Sendo assim, utilizar animais em circos é inaceitável pois não permite dignidade e o avanço sociocoperativo entre o ser o humano e os animais.
Desse modo, urge que o Poder Público em conjuntura com as ONGs facilite a comercialização de animais silvestres por meio do estabelecimento de leis que viabilize à criação de empresas de reprodução, que terão como base legal a reprodução de animais resgatados do tráfego, com a finalidade de reduzir a demanda do contrabando, devido haver uma medida legal e o comprador desses animais receberá todas as instruções necessárias para o manejo correto desse ser vivo.