Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 17/04/2020

A cantiga infantil “Atirei o pau no gato tô tô, mas o gato tô tô não morreu reu reu” é muito popular no Brasil, sendo cantada de geração em geração, há muito tempo, traz uma alusão caricaturizada dos maus-tratos aos animais de rua. A desumanidade aos animais, citado na cantiga é uma situação preocupante em meio a sociedade atual, mesmo existindo leis que responsabilizam o infrator como a “Lei de Crimes Ambientais”, ainda existem inúmeros casos de maus-tratos aos animais.

Nos dias de hoje, o ato de maltratar os animais, tem se mostrado de forma inadimissível a se cometer, uma vez que os mesmos possuem sentimentos e são indefesos, conforme ressaltado pelo filósofo australiano Peter Singer onde “Todos os seres vivos e sencientes são capazes de sofrer como todos nós, devendo ter seus interreses considerados de forma igualitária”.

Em contra partida, Descartes argumenta que os animais são vistos como máquinas sem alma, fazendo com que, não pensassem, e nem sentissem dor. Diante desta ótica, é possivel perceber que a maldade aos animais sempre esteve presente na história, ocorrendo até hoje como o “Caso manchinha”, onde um segurança do Careefur bateu em uma cachorra fazendo com que posteriormente fosse levada a óbito.

Além disso, foi implantada em 1998 a “Lei de crimes ambientais” que determina  punições as atividades lesivas ao meio ambiente. Sem dûvida a implantação desta lei foi importante para os animais, mas mesmo assim os números de maus tratos aos animais continuam sendo grandes, isto é que em São Paulo, de janeiro ao início de novembro, foram 8.162 denúncias de maus-tratos aos animais - 25 por dia.

Dessa forma, o Governo Brasileiro prescisa impor-se mais diante a população, aumentando a fiscalização aos infratores e revendo o método de punição a quem comete um crime ambiental, podendo trazer no futuro uma sociedade sem casos de maus-tratos aos animais, e com um pensamento diferente em relação aos animais.