Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 17/04/2020
No trecho da canção “atirei o pau no gato tô tô mas o gato tô tô não morreu reu reu” é amplamente popular, mas reflete uma realidade triste sobre os animais atualmente onde a prática de maus-tratos foi banalizada no Brasil e, consequentemente, é passada de geração em geração normalizando esses atos. É antagônico, pois um país que se julga democrático, a negligência governamental e a incoerência populacional é que faz com que o Brasil seja ostensivo com a covardia com os animais de rua.
É indubitável pensar que a responsabilidade de discriminar esses atos está nas mãos do governo e que este, é passivo em garantir os direitos de animais domésticos e de animais de rua, é também um grande percursor do problema já que mesmo que exista uma legislação que puna criminosos que maltratam animais, a falta de fiscalização e a punição branda perpetuam a prática que demonstra a tal falha no governo.
De acordo com o filósofo, Artur Schopenhauer, “o homem faz da terra um inferno para os animais”, e de fato cada vez mais vemos na mídia casos de animais indefesos que foram violentados fisicamente e ate assassinados. Isso se deve ao egoismo de indivíduos, os quais se põe como seres supremos e oprimem outras espécies sem saber que para um pleno desenvolvimento da nação é necessário um equilíbrio das espécies.
Portanto, como supracitado é necessário que haja uma intervenção mais séria com a problemática, é preciso que o Estado, o Ministério do Meio Ambiente e até mesmo o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) se juntem e criem medidas mais rígidas contra os maus-tratos e uma fiscalização mais branda e consistente. Em conjunto com isso, a mídia deve fazer insumos da própria imagem e investir em propagandas que visem desconstruir essa ideia de que os maus tratos a animais são normais, assim o Brasil se tornará um país melhor para todas as espécies.