Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 14/04/2020

Na Roma Antiga, animais e seres humanos eram considerados categorias bem diferentes de seres vivos. Todavia, os bandidos e os rebeldes lutavam contra leões capturados para a diversão de milhares de pessoas. No século IV, o cristianismo tirou os animais do centro dos coliseus do Império, dizendo que eles mereciam o mesmo respeito que o resto dos sapiens.

Atualmente, muitos animais de rua encontram-se em situações deploráveis pois foram abandonados e as violências acontecem através de espancamentos, privação de liberdade ao serem acorrentados frequentemente, também com escassez de ração e água ocorrendo a desnutrição, exposição ao sol e a chuva e sem acesso a tratamento veterinário quando necessitam.

Muitas pessoas infelizmente optam pela compra de animais ao invés de adotar aqueles cães ou gatos que estão carentes e passando dificuldades. Um dos fatores que não estimulam a adoção é o comércio desses pets e também algumas criações laboratoriais de raças, como o bulldog francês e o pug.

A insuficiência das leis gera uma grave continuação dessas agressões aos animais, porque há desrespeito às leis e falta de fiscalização em relação ao pagamento da multas, já que muitos criminosos não a pagam e isso gera inconstitucionalidade, pois, os autores dessas repressões não sofrem consequências com a justiça devida e assim, continuam suas represálias aos animais.

Segundo Arthur Schopenhauer, “o homem faz da terra o inferno dos animais” ou seja, a maldade só existe porque os “animais racionais” a praticam. Assim é necessário que o governo disponibilize verbas para os órgãos legislativos tornarem a lei mais rígida, através de um disque-denúncia voltado ao atendimento desses crimes maldosos, facilitando o trabalho não só dos profissionais que atuam resolvendo esses casos e também facilitando às pessoas que os denunciem.