Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 15/04/2020

Os maus-tratos aos animais de rua são extremadamente críticos no corpo social brasileiro, visto que sofrem no cotidiano com inúmeros abandonos e desumanidade de uma pequena parte dos cidadãos. Esse cenário decorre, na maioria das vezes, por razão do Brasil não ter leis efetivas para defender os animais, principalmente referente aos maus-tratos, o que já existe em outros países. Enquanto o exemplo não é seguido, cabe ás pessoas, como a diarista Jania Aparecido Pinto, tentar minimizar o abandono. Enquanto uns fazem de tudo para ajudar, outros caminham no sentido inverso e abandonam os animais pela chegada de um bebê.

A Organização Mundial da Saúde estima que só no Brasil existam mais de 30 milhões de animais abandonados. Podemos dizer que os maus-tratos ficam mais evidentes a cada dia, como o caso da cachorrinha Tchutchuca, ela foi encontrada abandonada na rua em um estado à beira da morte, mas recebeu muito cuidado, e foi adotada por uma família. Porém, nem sempre todos tem um final feliz como o da Tchutchuca, alguns continuam andando pelas ruas abandonados, com frio e, além de ter que passar por isso, algumas pessoas os maltratam por diversão, os chutam, espancam, e até enforcam. Se os animais sobrevivem, ficam com ferimentos abertos, e que, sem cuidado algum, pode infeccionar e acabar falecendo na rua mesmo.

No clássico filme infantil “A Dama e o Vagabundo” a cadelinha de raça Lady foge da sua confortável vida em função da rejeição de seus donos após a notícia de que estes viriam a ter um novo membro na família, um bebê. Muitos animais podem chegar a ser abandonados pelo fato da chegada de um novo membro na família, o que pode ocasionar falta de empatia com o mesmo.

Muitas pessoas não reconhecem o carinho que os animais tem pelos humanos e simplesmente os desprezam. Já pararam pra pensar se fosse ao contrário? Se nós fôssemos maltratados pelos animais? Como nos sentiríamos? Felizes ou tristes e com um sofrimento que quase ninguém para pra pensar? Às vezes, temos que nos pôr no lugar do outro e nos perguntar: " eu gostaria que fizesse comigo aquilo que eu fiz com ele? "