Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 17/04/2020

No Antigo Egito, os animais eram cultuados e admirados em algumas religiões, pois representavam a forma viva dos deuses. Entretanto, o papel dos animais na atual sociedade brasileira é diferente, visto que a taxa de bichos abandonados e mau-tratados cresce cada vez mais, entendida pela inadvertência do ser humano em questões éticas e morais. Logo, frente a fatores de descuido do governo, é de necessária atenção do antropocentrismo no zoológico e a zoofilia no Brasil.

Por conseguinte, o pensamento antropológico que caracteriza o ser humano como o centro do Universo, faz com que os zoológicos reforcem erroneamente a ideia de que os animais são seres inferiores e irracionais, mas todos são capazes de se comunicar e sentir, por tanto são seres racionais. Lamentavelmente a realidade dos zoológicos é extremamente velada, e incapacita o cidadão a perceber a falta de assistência à saúde, a ausência de segurança e os recintos inadequados, que deixam os bichos inquietos, esmorecidos e feridos.

Outrossim, a zoofilia é uma desordem humana cruel e nociva de condição inteiramente desigual, que é recorrente no mundo inteiro e no Brasil, em Minas Gerais se destaca como estado pioneiro de abuso sexual de animais. Essa prática é juridicamente considerada um ato criminoso, proibida pela Constituição da República e pela Lei 9605/98 do artigo 33 de crimes ambientais, pois causa danos além de estéticos, dolosos e em muitos dos casos os animais vêm a óbito. Infelizmente, na sociedade atual, milhares de animais são violentados sexualmente por ano, pois a justiça é  falha e ineficaz.

Em síntese, é necessário que haja melhor administração do Governo Federal sobre as sanções, para que tenham maior severidade e aumentem a penalidade. Assim sendo, deve haver um maior investimento em políticas públicas e  na reeducação da população para que assumam a posição de defensores dos animais, e assim a cada ano o número de maus-tratos e abusos sejam menos frequentes.