Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 17/04/2020

Como foi informado pela Polícia Civil, foram denunciados 226 ocorrências de maus-tratos a animais no primeiro semestre de 2019, número que superou os índices do ano inteiro de 2018, e mesmo com o aumento de casos, o assunto é pouco discutido e suas penalizações são leves e banais se comparadas ao nível de gravidade do crime.

Conforme foi previsto pelo artigo 32 da Constituição Federal, a pena para pessoas que praticarem de abusos, maus-tratos ou ferirem animais de todas as naturezas é a detenção pelo período de apenas 3 meses a 1 ano com direito a multas; circunstância que mostra a falta de importância dada pelo governo a um ato tão brutal, que coloca o animal muitas vezes em situações de desnutrição, machucados, vivendo em meio a fezes e urina, sendo essas as características de um acontecimento real observado em Osasco no canil Mansão Sebastian em 2017.

E em decorrência de diversos outros relatos e notícias somados com a indignação de ativistas em relação a justiça precária do país, foram criadas ONGs como o Instituto Luisa Mell, que é indispensável na sociedade, pois defende os seres vivos da crueldade humana, resgatando-os de testes laboratoriais cruéis, fechando estabelecimentos abusadores e acolhendo animais abandonados que futuramente serão levados a adoção e terão os merecidos cuidados.

Dessa forma, o governo deve, por meio de investimentos na área do meio ambiente, criar mais instituições e ONGs  responsáveis pela defesa animal, que irão resgatar, preservar e fiscalizar rigorosamente o tratamento dado a eles; além de exigir um aumento na pena para aqueles que cometem maus-tratos, com a finalidade de combater totalmente essa conduta criminosa contra os animais.