Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 28/04/2020
Os Seres Humanos sempre tiveram os animais como companhia ao longo de sua história, seja para montá los, seja para otimizar tarefa diárias, ou até como um companheiro propriamente dito. No entanto, os maus-tratos aos animais são uma triste realidade no Brasil, fruto tanto de leis brandas quanto de pessoas que cuidam deles enquanto seus verdadeiros donos não estão. Sob esse viés, é urgente a reversibilidade da problemática em questão.
Precipuamente, é fulcral pontuar que leis pouco severas derivam da baixa atuação dos setores governamentais. Segundo o pensador Schopenhauer, o homem faz da terra um inferno para os animais. Nesse contexto, devido à falta de atuação das autoridades, muitos animais são maltratados no ambiente doméstico, já que o sistema jurídico brasileiro tem carência de leis mais rígidas para proteção aos animais, o que incentiva esse ato. Desse modo, faz-se mister a reformulação da visão do Estado sob essa postura jurídica.
Ademais, é imperativo ressaltar o fato dos donos de animais deixarem os mesmos sob cuidados de outra pessoa como promotor da violência. De acordo com pesquisa do G1 35% dos maus-tratos não são cometidos por seus donos. Partindo desse pressuposto, muitas pessoas que são designadas para cuidar dos pets de parentes ou amigos, não gostam de fazer esse tipo de trabalho. Dessa forma, quando os animais não os respeitem eles usam formas de agressão para que eles obedeçam. Dessarte, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática. Portanto, urge que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do IBAMA, modificará leis de proteção e fará propagandas, por meio do poder legislativo e canais de televisão bem como na internet, com o intuito de conscientizar a população, tornar leis mais rígidas e mitigar os maus-tratos aos animais. Isto posto, atenua-se-á, em médio e longo prazo o impacto nocivo da violência contra os animais no Brasil.