Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 15/06/2020
Na cidade de São Roque (SP) em 2014, ocorreu uma invasão ao Instituto Royal, que teve o intuito de resgatar animais que eram utilizados como cobaias em pesquisas cientificas, gerando assim debates que condenam essa prática. Nesse sentido, urge a necessidade de observar os impactos da exploração animal, presentes não só no âmbito cientifico, mas também nas condutas consideradas recreativas.
Em primeiro lugar, é importante considerar as maneiras as quais os animais são utilizados com o intuito de divertimento. Como que ocorrem em circos e no âmbito esportivo, tais práticas exigem que os animais deixem de exercer seu comportamento natural, passando por uma série de treinos que objetiva o adestramento, que muitas vezes ocorrem de maneira cruel. Ademais, pode ser citado ainda, festividades conhecidas como rodeios e vaquejadas, que se utilizam de animais de forma brusca, causando-lhes irritações e fraturas.
Além disso, a utilização de bichos como cobaias em pesquisas cientificas é uma barreira no que tange à questão do aproveitamento animal. Nessa perspectiva, pode-se analisar de maneira dual, sendo estas a criação de medicamentos e a produção de cosméticos. Essa que realiza testes para observar as possíveis dermatites causada pelo produto em estudo pode ser considerada rude, pois avanços tecnológicos permite essa realização de outra maneira. Já aquela, foi e é responsável pelo avanço medicinal, as vacinas contra varíola, tétano e raiva, entre outras, já mais teriam existido sem a experimentação em animais.
Faz-se necessário, portanto, que se desenvolva medidas atenuantes dessa mazela social. Como solução, é preciso que o Ministério da Justiça junto aos Órgãos do Meio Ambiente, juntos, realizem duplamente ações de punição aos praticantes da exploração animal e resgate as vítimas. Enquanto esse ocorreria por profissionais veterinários, aquele aconteceria pela aplicação da lei que condena essa prática. Dessa forma, será possível a formação de um Brasil melhor.