Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 19/06/2020

No filme Avatar, o povo Na´vi compartilha de um intenso amor e respeito pelos animais, os defendendo de qualquer situação perigosa. Em contrapartida, no mundo real, a crueldade contra esses seres se faz presente no cotidiano do brasileiro. Graças ao escasso conhecimento legislativo, crimes e a impunidade se promovem livremente, principalmente se envolver o lucro.

Em princípio, a falta de uma a ampla divulgação das normas protetivas, colaboram com os maus-tratos. Embora, a estrutura legislativa municipal sofra alterações, a Constituição Federal garante a todo território nacional, que a violência contra os animais é crime passível a punição. Porém, somente sua popularização não é suficiente, visto a diversidade de práticas que se enquadram como delitos e são desconhecidas pela maioria da sociedade – vender ou expor a atividades exaustivas como a tração, são alguns exemplos. Logo, a democratização da lei é de extrema importância, pois é ferramenta de proteção e justiça.

Ademais, percebe-se que grande parte das atrocidades cometidas à fauna são movidas por dinheiro. Segundo o portal G1, o tráfico de animais é a terceira maior atividade ilegal do mundo, movimentando mais de 10 bilhões de dólares por ano. Nesse sentido, percebe-se que a exploração do reino animália é vantajosa para o mercado ilegal, mas preocupante para a natureza, isso porque pode provocar a extinção de espécies e alterar e biodiversidade. Além disso, pode contribuir com o panorama de impunidade no Brasil, o que abala a crença no sistema judiciária.

Dessa maneira, é importante incitar na sociedade brasileira, a mesma cultura dos Na´vi de respeito e proteção aos animais. Para isso, é necessário que o Governo Federal, juntamente ao Ministério da Justiça criem um aplicativo gratuito e que funcione off-line. Nessa plataforma deve conter quais ações se encaixam como crime a fauna (segundo a constituição), artigos sobre saúde e primeiros socorros aos bichos e um portal de denúncia, onde o queixoso possa descrever o local e a violação presenciada. Dessa forma, será possível fazer um mapeamento dos locais com mais tendências a tais ilegalidades e, munir a população com um facilitador para denunciar e aprender sobre como proteger física e psicologicamente um animal.