Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 17/07/2020

A prática de possuir animais de estimação é algo de grande notabilidade há séculos. Dados do ano de 2017 vindos da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) apontam que os fabricantes de alimentos, medicamentos, brinquedos e entre outros produtos destinados aos pets geraram aproximadamente 20,37 bilhões de reais, o que leva a mostrar o tamanho da importância pelos domesticados. Entretanto, tal fato infelizmente não impede os maus-tratos direcionados tanto para com eles quanto para com os exóticos.

Embora vários cidadãos se limitem a enxergar isso, ações como abandono, tráfico, comércio ilegal, experimentos danosos, caça e rinhas animalejas são consideradas formas de agressão além dos contatos físicos diretos do indivíduo contra o bicho, igual quando é observado o mesmo ser chutado, estapeado, atropelado e afins. Ocasiões do gênero existem dentro de casas, estabelecimentos e também em meio às ruas. Não há exceções para essa barbaridade.

Em cenários da prática do crime violento, não é incomum o atacador sair impune. Boa quantidade nem ao menos chega a ser encaminhado a uma cadeia; alguns, por sua vez, escapam no caminho até ela. A ausência de devida organização e justiça provenientes do Poder Executivo no âmbito da União colabora para que eventos desse caráter decorram com mais frequência.

Logo, fica evidente que hábitos ferozes de encontro aos animais necessitam de um fim o mais rápido possível. Para isso, o primeiro passo deve vir do Governo Federal, responsabilizado por aumentar a penalidade dos crimes realizados e promover uma legislação mais eficiente. Outrossim, é prático e conveniente a iniciativa das escolas de estimular palestras educativas para os alunos sobre o assunto no intuito de evitar que gerações futuras sigam o mesmo caminho bruto.