Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 04/10/2020

No Antigo Egito, os animais eram considerados sagrados devido à prática do Zoomorfismo. Entretanto, quando se observa os maus-tratos aos animais na contemporaneidade. Nota-se que o respeito praticado pela sociedade egípcia foi refutado. Dessarte, faz-se imprescindível não somente uma análise dessas causas, como também das possíveis soluções para combater o impasse.

Em primeira análise, é importante ressaltar a interferência humana como catalisadora deste quadro. Segundo um estudo divulgado pelo Greenpeace, a expansão do agronegócio estimula as queimadas, que consequentemente contribuem para a matança e o contrabando da população animal. Além disso, a falta de fiscalização corrobora para a extinção de várias espécies. Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas de forma urgente.

Em segundo plano, é válido ressaltar o papel das indústrias como promotoras do problema. No filme sul-coreano “OKJA”, a jovem Mikha, arrisca a própria vida para proteger uma porca geneticamente modificada de uma multinacional. De maneira análoga, os testes em aninais para a produção de cosméticos tem se tornado recorrentes, conforme dados divulgados pela revista “VEJA”. Por conseguinte, tal ação afeta o bem-estar alimária. Logo, medidas devem ser tomadas para reverter este quadro.

Dessarte, deliberações exequíveis são necessárias para resolver tal entrave na nação. A Sociedade Organizada deve pressionar os atores públicos e privados, por meio das redes sociais, com o objetivo de criar eventos abertos ao público com representantes do Greenpeace e do Ministério do Meio Ambiente, para discussão de assuntos como os efeitos da interferência humana no mundo animal. Bem como, a criação de um Disk Denuncia Especializado em tais crimes.  Além de ampla divulgação nas redes sociais. Desse modo, despertará no corpo social um pensamento crítico em relação ao tema. E, a coletividade alcançará o equilíbrio do Antigo Egito.