Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 17/11/2020
A protetora dos animais, Luisa Mell, todos os dias utiliza o seu Instagram para divulgar fortes cenas de maus-tratos. Fato este, que ilustra o quão recorrente esse tipo de abuso é em nossa sociedade, assim, mostrando um lado paralelo a aquele de que os homens e os animais vivem em harmonia. No entanto, tal prática serve para outros meios, como uso da morte dos bichos para ganhar dinheiro, o que consequentemente gera a aniquilação de espécies.
Nesse sentido, utilizar a morte de um animal para conseguir lucro nunca foi uma novidade. Ainda hoje, rinhas de galos e cães são efetuadas, e mesmo proibidas por lei são praticadas de forma clandestina. Embora, essa ação seja ilegal, há palco e pessoas a favor. Sendo essa, uma das razões para que o número e a permanência da mesma ainda exista.
Ademais, por consequente do grande percentual de mortes, várias espécies estão e estarão em extinção futuramente. Além disso, queimados, contrabando, atropelamentos e abandono beneficiam essa dizimação. Logo, é necessário que medidas sejam tomadas acerca dos atos cometidos.
Diante do exposto, é perceptível que maus-tratos aos animais geram impactos negativos na sociedade e meio ambiental. Assim, para mitigar o problema, é necessário que o Poder Legislativo mantenha precisa as lesi já existentes, e que o Governo crie um número de três dígitos, como o da polícia, para a denúncia rápida de ilegalidades. Também, as redes sociais seriam uma grande influenciadora para a ajuda à ONGs, promovendo cada vez mais apoiadores e doadores. Dessa forma, ajudaríamos a salvar a vida daqueles que não conseguem se comunicar e competir com a crueldade humana.