Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 13/12/2020

A Constituição Federal de 1988, norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro, conhecimento o bem-estar como direito inerente a toda população e aos animais. Torna-se válido perceber, entretanto, que essa garantia nem sempre é colocada em prática, uma vez que os maus-tratos aos bichos ainda é um mal a ser superado em nosso país. Nesse sentido, convém analisarmos não só a normalização da violência como também o governo colaboram para esse problema social, suas consequências e uma medida possível para reverter esse fenômeno.

Primeiramente, é possível analisar que uma normatização de comportamento coletivos nocivos afeta a forma de perceber indícios de maus-tratos aos animais que vivem no Brasil. Isso ocorre segundo a filósofa Hanna Arendt, sociedade passou para banalizar a maldade e a crueldade entre os seres humanos. No entanto, também se tornou banal a violência praticada contra outros seres vivos: os animais. Dessa forma, uma visão cotidiana da existência de cachorros e gatos nos locais públicos, por exemplo, os quais não possuem proteção, saúde adequada se normais para a população. Logo, ocorre a banalização dessa realidade, a qual contribui para a perpetuação dessas formas de agressão. Assim, é inaceitável que, em pleno século XXI, uma sociedade brasileira, lamentavelmente, ainda não tem a consciência de que toda vida importa.

Ademais, o governo também é responsável pelo agravamento da violência contra os animais. Isso acontece porque o poder público não tem uma rede de vigilância suficiente que fiscalizar os crimes e que atue de acordo com a lei sobre os infratores que comentem tal criminalidade com os bichos. Outrossim, de acordo com o site de noticias G1 falta meios de comunicações mais retorno para denúncias dos cidadãos, que infelizmente, não consegue se queixar desses criminosos. Dessa maneira, é inadmissível um país que faz parte da Declaração dos Direito Universais da ONU não ter um plano de ação que minimizar essa problemática, na qual é um legado que vem desde o período colonial, em que uma sociedade jovem época escolhida os animais de “Escravos” e, que de forma ainda acontece na atualidade.

Medidas, torna-se necessário para garantir o bem-estar dos animais como preconiza a Carta Magna. Dessa forma, o Ministério da Educação e o Ministério da Saúde devem promover propagandas, por meio das mídias digitais, televisivas e radiofônicas, com intuito de orientar a comunidade a não mal tratar os seus bichos, melhor cuidar deles, por exemplo, e bem como expandir mais canais de comunicações para que uma população consiga denúncias os infratores. Espera-se, com isso, atenuar os maus-tratos aos bichos. Poder-se-á, assim,  a Constituição será colocada em prática.