Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 07/01/2021

No ano de 2020 foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, um aumento no tempo de prisão àqueles que praticarem maus-tratos aos animais de estimação. Contudo, mesmo com uma lei já em vigor, o combate ao descaso de um animal ainda é um grande problema em nossa sociedade, visto que o tráfico de animais e a exploração deles para servidos de força, é usado de forma cruel e abusadora.

A propósito de tal afirmação, podemos exemplificar isso por um caso ocorrido no Brasil. A rede de jornalismo ‘‘Globo’’, noticiou uma ocorrência de tráfico de cobras e serpentes exóticas para realização de pesquisas sem autorização do Ibama. Dito isso, à prática de retirada do animal do seu ambiente natural com intuito de utilidade humana, é tratada como cruel, pois diversos animais não são preparados biologicamente para se manter vivos longe do seu habitat e conforme o cinismo humano seja progressivo, o animal pode desenvolver características agressivas ou chegar à conclusão de óbito.

Outra situação que corrobora o que foi exposta a cima, seria a aplicação abusiva no excesso de trabalho físico dos animais, em especial na região rural do Brasil. Os chamados bichos de carga, eram já impostos a tais serviços no período da pré-história, no qual serviam como carregadores de troncos. Na situação atual, em diversas regiões bucólicas não automatizadas, o uso de animais para serviços de campo é abusivo, dado que o animal passa por rigorosas tarefas cansativas, podendo causar dores físicas, além de muitos fazendeiros utilizarem chicotes como forma de obrigar um trabalho mais rápido dos bichos.

Destarte, que é de importância do Estado que tome medidas para aliviar tal problema. Com intuito de acabar com esses maus-tratos aos animais, urge ao Ministério do Meio Ambiente, aplicar por meio de leis um aumento de punição àqueles que desdenharem dos animais, incluindo tempo de prisão maior que um ano e cuidados necessários aos feridos. Logo, com tal solução os animais não sofreriam mais com as mãos humanas.