Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 10/01/2021
No período neolítico, o homem (caçador e coletor) começa a criar uma relação de protocoperação com o lobo selvagem, o qual, em troca de comida e segurança, usa seus instintos apurados para ajudar o seu dono a capturar uma caça. Entretanto, hoje, a ignorância de muitos populares e o tráfico de animais no Brasil dificultam o vínculo humanidade-fauna. Sendo assim, encontrar caminhos para combater os maus-tratos contra os animais é um desafio que precisa ser enfrentado pela sociedade civil e pelo Estado.
É importante pontuar, de início, que motivação para agir de forma violenta com os animais é fruto da falta de informação e conhecimento. De acordo com Kant, filósofo moderno, o homem deve proceder de tal forma que a sua ação se torne uma lei universal, ou seja, antes de praticar algo o individuo deve questionar se aquela atitude seria boa se todos a fisezem. Sob esse prima, é evidente que muitos populares não aprederam a agir de forma crítica e, com efeito, os bichos são torturados e até mortos. Logo, enquanto essa questão persistir, casos como o do cachorro que foi envenenado e espancado, segundo o G1, por um segurança de comércio serão ainda mais frequentes.
Outrossim, é preciso destacar que o tráfico de animais no país coloca a vida dos bicho em risco. Acerca disso, o filme “Rio” mostra as aventuras de uma arara azul, a qual, em determinada cena, é capturada e presa junto com outras aves em um lugar insalubre, onde muitas delas estão feridas. Semelhante à ficção, muitos animais silvestres, por serem raros, são tirados de seus habtats naturais e vendidos fora do Brasil. Esse esquema ilícito é fruto da escassez de fiscalização estatal, sobretudo no território amazônico, bioma mais diverso em fauna do planeta, que é uma fonte rica para os traficantes prederem e colocarem os bichos em jaulas, local em que, devido a viagem, diversos deles morrem antes de chegarem ao comprador.
Faz-se necessário, pois, que intervenções sejam realizadas para solucionar essa questão. Primeiramente, o Governo Federal, por meio de mídias publicitárias na televisão e nas redes socias, deve apresentar conteúdos instrutivos sobre os maus-tratos contra animais, em horários estratégicos do dia, com o fito de alcançar um maior público para que as pessoas possam refletir a respeito de como os bichos devem ser tratados e que denúncias devem ser feitas em caso de violência. Ademais, o Ministéro do Meio Ambiente, para intensificar a fiscalização no espaço amazônico, deve investir em drones que sejam capazes de geoprocessar áreas e localizar locais destinados à prática da biopirataria, a fim de que o tráfico na região seja reduzido. Nesse ritmo, será possível contemplar um relação de protocoperação e de harmonia entre a hunidade e a fauna.