Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 12/01/2021
Na obra de Romero Brito, “Mona Cat”, os animais são retratados com amor e cores vivas, demonstrando cuidado. Fora das pinturas, essa realidade é um tanto diferente, já que os animais têm sofrido com a fluidez da modernidade. Portanto, uma das principais causas dos maus-tratos aos animais é o avanço do capitalismo, que gera devastação nos biomas brasileiros e tem como produto, mortes e extinções irreversíveis na fauna.
A princípio, desde o início da colonização brasileira, os animais eram utilizados como subsídios para o trabalho escravo e os abusando. Retratando a situação, no filme Ratatouille, da Pixar, um ajudante de cozinha utiliza seu rato de estimação para trabalhar no lugar dele. Deste modo, é certo dizer que o homem usa o animal para fins lucrativos e não há nenhum tipo de medida protetiva para retroceder o caso.
Sob outra perspectiva, a agropecuária é a principal fonte de exploração animal e segundo uma matéria do G1, ela representa 21% do PIB do Brasil. De acordo com o filósofo polonês, Bauman, o problema não é o capitalismo, mas consumir inconscientemente. Sendo assim, não há erros em utilizar recursos naturais, como utilizar algumas flores, por exemplo, mas sim, quando os ecossistemas são explorados ao máximo, degradando sua fauna para sempre e causando exitinções de espécies endêmicas.
Mediante essas informações, o descuido com os bichos é fruto do advento do capitalismo e ocasiona óbitos e extinção. A fim de mudar essa situação, o Ministério do Meio Ambiente, em parceira com as mídias sociais, deve fazer uma conscientização em massa, objetivando a proteção dos bichanos. Utilizando como base para realização, postagens, dirigidas por influenciadores locais, estimulando a denúncia de devastação ambiental, uso de animais para fins lucrativos e também maus-tratos. As postagens seriam diárias e tendo direito a lives para debater o assunto, com sorteios no final. Tendo como resultado, menos utilização de animais para o PIB (produto interno bruto), mais preservação natural e consciência populacional acerca da temática.