Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 13/01/2021

O filme" Rio" retrata a história de uma arara azul que por estar em extinção, é capturada por contrabandistas de animais silvestres e enjaulada, sofre nesse cativeiro por falta de alimento e pouca luz do sol. Ao se fazer paralelo, os maus-tratos aos animais, é um assunto pouco pautado, atualmente tendo crescimento de casos desumanos para com a fauna, animais esses presentes no nosso dia a dia. Ora, há o abandono, e por tabela, exploração de animais silvestres.

Essa problematica advém, em primeira análise, da ignorância da sociedade em prol dos animais. A obra “O Homem Controlador do Universo” de José Diego Rivera, aponta o homem como um ser superior dos demais seres, ingerindo assim a descartalidade de seres “inferiores”. Sob esse ponto de vista, o crescimento do abandono de animais, decorrente da falta de afeto, tempo ou ate mesmo por a idade avançada desses seres domesticados. Gerando nas ruas, doenças transmissíveis, agressão física por um público social insensível, acarretando também fraqueza por falta de alimento. Nesse sentido, acrescentando alta no números animais doentes e no números de mortes.

Outrossim, a negligência do Estado em prol dos animais silvestres. O artigo 32 informa que é crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres. Nessa perspectiva, a iniciativa ilegal muito presente atualmente de captura e execução de animais selvagens, para a obtenção de pele, órgãos, chifres, entre outros, para fins lucrativos, tem o maior culpado o Estado que pouco se impõe para aplicação do artigo 32. Dessa forma, há aumento de animais a beira da extinção, causando um desequilíbrio na cadeia alimentar.

A fim de destravar tal atraso, urge repensar o papel da sociedade e do Estado. Ao primeiro, cabe impor um tratamento bom a esse seres “inferiores”, por meio do não abandono e a adoção daqueles que necessitam de um lar, a fim de preservar a vida. Ademais, cabe ao Estado, aumentar a importância em acabar com o comércio ilegal de animais silvestres, por meio de mais policiais ambientais atuante, com o fito de preservar a fauna para que não haja desequilíbrio, para que cenas como a do filme " Rio" sejam raras.