Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 14/01/2021
Na obra “Utopia”, do escrito Thomas More, é descrita uma sociedade perfeita, livre de conflitos e problemas. Entretanto, isso não se reflete no Brasil, visto que aos maus-tratos aos animais é uma problemática recorente. Esse contraste, é fruto tanto pela falta de empatia com os bicho, quanto pelo imediatismo pesente na população.
Em primeira análise, vale destacar que não se colocar no lugar do animal é uma das principáis causas do problema. A esse respeito, o pensador Paulo Leminski afima, “em mim vejo o outro”. Sob essa perspectiva, se todos os donos de animais tivessem esse sentimento de empatia em suas relações, eles não abandonarim ou mesmo bateriam nos bichos. Em vista disso, é inaceitavel que esse comportamento persista no Brasil.
Ademais, a pressa que domina grande parte da sociedade do Séc. XXI faz com que os maus-tratos se perpetuem. Em relação a isso, o sociólogo Zygmoun Bauman relata que a população contemporânea está pautada no imediatismo. Portanto, ao relacionar o pensamento de Bauman ao contexto atual, fica claro que muitas pessoas compram animais domésticos no impulso. Consequentemente, quando o animo imediato passar o animal será cada vez mais deixado de lado, sendo mais sucetível ao abandono.
Diante disso, faz-se necessária medidas para conter o avanço dessa problemática no Brasil. Logo, o Governo Federal, orgão responsável por administrar e garantir o bem-estar da população, deve concientizar a sociedade com o pensamento de se colocar no lugar do próximo, por meio da criação de uma matéria escolar obrigatória, voltada a ensinar os alunos o sentimento de empatia. Feito isso, espera-se a longo prazo diminuir os índices de maus-tratos aos bichos.