Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 25/08/2021

A chegada dos portugueses ao Brasil, no ano de 1500, além de representar um encontro du duas culturas distintas, europeia e indigéna, apresentou também, diante de tanta biodiversidade, o início da prática de exploração predatória da fauna e flora nacional. Esse cenário de abuso e maus tratos aos animais é algo que continua até os dias atuais, devido ao ganho financeiro e o aumento constante de abandonos.

Primordialmente, o comércio legal e ilegal de bichos vem gerado lucros para o setor econômico, uma vez que, segundo entrevista na UOL, a indústria de carne por exemplo gera 167,5 bilhões por ano. Além disso, apesar de proibido desde o governo de Jânio Quadros, rinhas de galo continuam sendo feitas em pelo menos 10 estados brasileiros com apostas velndo até 60 mil reais. Sendo assim, há uma valorização dessas práticas por diversas pessoas, além daquelas que só precisam de uma renda maior para sobreviver, levando-as entrar nesse mercado, sem pensar em quem está sendo ferido.

Ademais, a grande quantidade de animais de rua torna a agressão cada vez mais frequentes. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), há para cada cinco pessoas, um cachorro nas ruas. Dessa forma, o indivíduo com sua impaciência ou stress do dia a dia, ou com a intolerância cada vez maior com os irracionis que são avistados, ou até mesmo por reflexos de medo acabam cometendo crimes e ações violentas contra eles, como aconteceu em uma cidde na Paraíba, na qual a prefeitura mandou matar 30 cachorros de rua próximos, seja por pauladas ou por envenenamento.

Logo, apesar da existência de legislação de defende os animais, medidas precisam ser tomadas diante desses maus tratos ao animais. Com isso, ONG’s e instituições deveriam promover projetos de adoção, mediante a contrato que segue as leis de proteção aos animais, com apoio de ativistas e mídias sociais, para que as maldades com os bichinhos possa ser reparado e assim o cenário previamente citado acima seja cada vez menor.