Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 02/09/2021

Assim como na obra “Vidas Secas”, na qual a cachorra Baleia é considerada um membro da família nordestina, os animais podem ser muito significativos aos seres humanos, mas também muito desprezados. Animais domésticos são violentados frequentemente em residências, assim como os silvestres para, na maioria das vezes, fins lucrativos. Com isso, é evidente, em certas situações, o uso da violência aos bichanos, sendo importante questionar a eficiência da justiça brasileira, junto à soberania humana para finalidades econômicas.

Primordialmente, pelo Art.32 da Constituição de 1988 está declarado a punição àquele o qual cometer maus-tratos a qualquer animal, seja ele silvestre, doméstico, nativos ou exóticos. Todavia, há o aumento dos índicies de ocorrências nas delegacias de 2011 para 2017, sendo que neste último o Estado de São Paulo marcou 426 casos de agressão por mês. Revelando que deve-se garantir melhorias nas leis impostas, estas necessitam de mais rigorosidade a fim de haver receio aos cidadãos, fazendo-os pensar duas vezes.

Ademais, com interesse lucrativo o agronegócio é um dos principais agentes causadores de óbitos de animais no Brasil. De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO/ONU) são 182 milhões de mortes de granja por dia, 3 bilhões de patos anualmente e 663 milhões de peru. Além destes fatos, ambientalistas afirmam que a agropecuária afeta também outros fatores e áreas. Com isso, torna-se claro grande impacto na natureza por objetivos rentáveis, evidenciando a soberania humana diante aos demais.

Por conseguinte, para melhoria no combate dos maus-tratos aos animais, o Governo, especificamente o Poder Legislativo, deve impor eficiência nas leis, alterando a pena por meio de reajustes na Constituição, com a finalidade de reduzir as maldades a estes animais. Outra proposta é a conscientização da população, a mídia como agente transmissor deve promover clareza e dados sobre o agronegócio e seus impactos, por meio de posts, vídeos explicativos e jornais impressos, podendo atingir maior número de pessoas para que haja uma diminuição no consumo da agropecuária. Assim mais animais serão tratados como a Baleia, de forma doce e acolhedora.