Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 31/08/2021

São capazes de pensar, então por que fazer-nos sofrer?!

Há muitos anos, a relação com animais domésticos já existia, um exemplo se via muito no Egito: gatos eram considerados mágicos, por isso, eram adorados. O tempo passou e o convívio entre humanos e animais continuou, no entanto, muitos casos de maus-tratos têm sido noticiados, gerando indignação e protestos.

Em razão de tantos casos, as leis foram se modificando e, novos artigos foram criados, como o Artigo 32 (12 de fevereiro de 1998) “ Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena-detenção, de três meses a um ano, e multa”. Ainda assim, a Polícia Civil registrou 21 denúncias em 2016. No ano passado, foram 64 ocorrências por dia. Segundo maior crime denunciado à Polícia Civil nos primeiros 62 dias do ano (até 3 de março de 2021). Os tipos de denúncias mais comuns são: abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, agressão física, exposição a esforço excessivo, rinhas, etc.

Existe um tipo também considerado grave, indústrias ainda utilizam animais em testes e matéria prima. Recentemente, um curta-metragem emocionou e gerou reflexão, trata-se de “Save Ralph”, no qual um coelho relata os testes sofridos. Muitas pessoas ao assistirem passaram a questionar tais testes. Diante de tantos exemplos, mudanças no comportamento humano têm ocorrido, apoio a ONGs protetoras de animais, busca por produtos que não os utilizam em testes, aumento no número de denúncias aos maus-tratos e aumento na adoção de animais.       Além desses, é necessário o cumprimento das leis e o engajamento da população. Só assim, conseguiremos diminuir significativamente o abuso aos animais, agindo de forma racional, cuidando e protegendo a todos e devolvendo a eles os inúmeros benefícios que nos trazem.