Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 01/09/2021

Na animação “Pets, a vida secreta dos bichos”, o cachorrinho que foi abandonado quando filhote, no lixo, é encontrado por Katie, uma jovem que estava à procura de uma companhia para dividir o apartamento, decidiu assim adotar o vira-lata. Fora das telas, é incontável o número de denúncias contra maus-tratos, e abandono de animais, tanto domesticados, quanto silvestres. Por conta disso, é imprescindível que haja medidas rigorosas como aumento nas penalidades, e também aumento na fiscalização de tais atos.

Desse modo, se tais fatores forem realizados, os animais como Max teriam uma vida mais tranquila. De início, pode-se dizer que mesmo que haja denúncias sobre abusos de quaisquer formas a animais, nos dias de hoje não há castigos tão duros para aqueles que praticam essas ações com os bichos. Segundo o art.32 da lei Nº9.605 de fevereiro de 1998, aqui no Brasil, aquele que maltrata as indefesas criaturas, tem no máximo 1 ano de prisão, que dependendo do ato, é muito pouco tempo se comparado aos EUA, que segundo o site: www.correiobraziliense.com.br tem até 20 anos de pena para aquele que desrespeitar a fauna e os domésticos.

Ademais, se houver um aumento em fiscais para essas ocorrências, talvez o número de denúncias e más ações caiam. Segundo Bruno Lima, delegado, e deputado estadual de São Paulo, e ativista na causa animal, há alguns projetos de lei para que aumente a fiscalização, e rigorosidade de tal até 2026, segundo o site do próprio delegado, os as denúncias para esses casos aumentou 81,5% comparando o início de 2020 e de 2021.

Portanto, é extremamente necessário que os órgãos de defesa aos animais juntamente com o departamento de segurança pública, por meio de investimentos, afim de contratar mais fiscais e construção de penitenciárias, realizem projetos funcionais para a prisão de mais pessoas que cometem tais atrocidades. Sendo assim, os animais como Max, poderão ficar em boas mãos, e estarão livres de abusadores, violentadores, e até mesmo assassinos.