Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 02/09/2021

Há alguma forma para diminuir a violência contra os animais?

Em 1955, Walt Disney produziu uma animação denominada “A Dama e o Vagabundo”, na qual relata a história de dois cachorros apaixonados. Nesse conto, é mencionado a vida de um dos animais, que vivem nas ruas norte-americanas, sendo vítima de maus-tratos. Fora das telas, nota-se que essa realidade não é muito diferente da contemporaneidade, na qual há registros que milhares de animais são alvo de tal crueldade. Dessa forma, a confirmação de leis que defendem a proteção dos tais e sistemas de adoções eficazes, são alternativas para combater essas atitudes de maus-tratos e agressões.

Primeiramente, se um animal for vítima de algum abuso ou violência física, o praticante, por lei, deve ser julgado judicialmente e condenado. Na atualidade, essa prática de negligência é recorrente na vida animália. Segundo a Lei de Número 9.605, escrita dia 12 de fevereiro de 1998, praticar ato de maus-tratos, mutilar ou ferir animais domésticos, silvestres, cativos ou exóticos é infração da legislatura. Além disso, a pena de tais atitudes, é a detenção, de três meses a um ano e multa para o praticante. No entanto, observa-se nas casas e ruas brasileiras que tal lei não é obedecida.

Outrossim, a taxa de abandono e de comércios clandestinos, só crescem no decorrer do tempo. Ademais, os tipos de violência aos animais são diversos, tais como: tráfico, espancamento, empresas que fazem testes em bichos, envenenamento e entre outros são os perigos que os mesmo estão sujeito à vivenciar. Segundo o Jornal Campo Grande News, apenas em um dia no ano de 2020, mais de sessenta e quatro denúncias foram realizadas para o combate da agressão aos animais, resultando muitas vezes no abandono, como no Brasil, com 30 milhões de bichos em situação de rua. Por esses motivos, é essencial a criação de sistemas de adoções eficazes.

Em virtude do que foi mencionado, o cenário é de total desmonte na segurança dos animais. Para solucionar a problemática, ONGs, em uma ação conjunta com instituições públicas, devem estipular, por meio de mídias sociais, uma política de incentivo à denúncias de violência ao animais. Além disso, é dever do estado e das prefeituras locais, a reafirmação das leis que priorizam a vida e o conforto dos bichos e a organizar melhores sistemas de adoção nas cidades. Para que, dessa forma, seja possível a diminuição dos registros de maus-tratos e assim tendo uma nova formação da consciência da população, garantindo um futuro ao país.