Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 02/09/2021
Algo que podemos ter certeza é que a relação entre animais e seres humanos é importante tanto para a própria psicologia humana quanto para o próprio equilíbrio biológico do planeta. Entretanto, é perceptível que um número relevante de pessoas acabam machucando esses seres de maneira proposital e nefasta. Não só ocorre esse mau-trato, como também ocorre na indústria farmacêutica para pesquisa de cosméticos e fármacos. Outro problema visto contra isso é a maneira com que o tema é abordado, principalmente os ativistas radicais, que acabam o citando de maneira agressiva.
Primordialmente, é importante realçar que a raça humana é uma das mais dominantes do planeta, o que faz com que gere um complexo de superioridade sob as outras espécies, chegando ao ponto de termos que mau-tratar os animais para satisfazê-lo. Logo, isso gera discordância dentre os cidadãos do planeta Terra. Em seguida, pode-se ver que a indústria farmacêutica também usa disso para fazer pesquisas, entretanto, isso é proibido por lei no Brasil, mas mão é praticado, já que, de vez em quando, sai alguma notícia sobre o assunto, sendo um dos casos mais famosos foi a libertação dos beagle na cidade de São Roque por ativistas.
Em segundo lugar, a maneira em que ese tema é abordado é um tanto quanto errada. Voltando ao caso dos beagle, após a manifestação, muitos dos cães foram deixados abandonados nas ruas da cidade, o que mostra uma certa hipocrisia por essas pessoas. De fato, um dos movimentos mais polêmicos de defesa aos animais é o PETA, que já se envolveu em diversos casos de morte de animais, propagandas sugestivas e até jogos inapropriados em forma de crítica. E, também, coisas como essa acabam por sujar a imagem do movimento, fazendo com que as pessoas não levam muito a sério as militâncias contra os mau-tratos aos animais.
Por fim, é necessária soluções para os três problemas apresentados. Para o primeiro, pode ser resolvido de maneira muito simples, com a conscientização da população em geral por meio de propagandas e educação feitos pelo Ministério da Educação e Comunicação. Para o segundo, é necessário que a ANVISA faça fiscalizações mais rigorosas nas indústrias e laboratórios, já que, ao invés de usar animais, podem ser feitas pesquisas in vitro e até simuladores digitais. E, para finalizar, no terceiro, é necessário que o tema de mau-trato aos animais seja abordado de uma maneira diferente e séria por meio de ONG’s, e, também, acabar com o radicalismo exacerbado desses movimentos.