Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 25/09/2021

A lei 1.095/2019 aumentou a punição para quem praticar de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais. Conforme essa nova legislação, a pena será de 2 a 5 anos de prisão, além de multas e proibição da guarda de novos bichos. Esse abuso do poder em relação aos animais está presente em nossa sociedade desde a época de Pausteur onde diversos cientistas na qual ainda continuam a fazer, experimentos com animais. As causas latentes desse problema são a omissão e o individualismo diante dos casos.

A omissão aos maus tratos é um dos aspectos mais preocupantes, porque garante que atos cruéis continuem acontecendo e sejam passados adiante para as próximas gerações caso façam parte de determinada cultura. Por isso é necessário que pessoas próximas e os agentes governamentais não neglicenciem e ajudem esses animais. Várias vezes no nosso dia a dia vivenciamos agressões a eles, como nas vaquejadas do interior, no laço e até nas carroças, sendo estes vistos como objetos de renda e esporte.

Individualismo segundo o dicionário se trata da tendência de quem pensa somente em si próprio, egoismo. Esse individualismo é relacionado com a falta de empatia pelo outro, sendo assim é preciso que os pais e parentes ensinem a nova geração a ter zelo pelos animais já que, assim como mostra em um estudo realizado por cientistas da Universidade de Toledo, nos Estados Unidos, descobriu-se que após um ano ao lado dos participantes do estudo os pacientes apresentaram uma melhora significativa na depressão, ansiedade e sentimento de solidão".

Portanto, pode-se concluir que a solução para este tipo de problema é lenta e alcançada através de ONGs (organizações não governamentais) fazerem campanhas nas escolas sobre a empatia pelos animais e também o governo judiciário, que executa as leis, fazer com que a mesma seja cumprida por meio de fiscalizações. Para que assim dessa forma, termos uma sociedade com maior zelo e menos objetificação aos animais.