Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 21/10/2021

No Egito Antigo, os animais eram tão admirados que representavam deuses. Contudo, no tempo atual, essa concepção não é mais renomada, visto que os maus a esses seres, em situação de rua, ocasionam divergências na sociedade brasileira. Nesse contexto, destaca-se a falta de acolhimento e a falta de impunidade como fatores que agravam a situação.

Diante desse cenário, é válido ressaltar a falta de acolhimento como um dos motivadores do problema. De acordo com o Instituto Brasília Ambiental, o número de adoção de animais aumentou de um ano para o outro, enquanto em 2019 o número de adoção foi de 168 animais e em setembro de 2020 no período de janeiro ao número de 341 animais adotados. Assim, é evidente que as pessoas procuram à adoção, porém o número de adoção ainda está baixo em relação à quantidade de animais que procuram um lar.

Além disso, é imperativo pontuar que falta de impunidade deriva, ainda, da baixa atuação dos governantes, não que se preocupa com a criação de mecanismos que controlam tais recorrências.Sob esse viés, o filósofo iluminista John Locke divulgado o conceito de Contrato Social, em que o Estado seria responsável pelo bem-estar coletivo. Todavia, o poder público se abstrato de um assunto tão importante, consequentemente, compreende-se o porquê da sua perpetuação na sociedade. Desse modo, uma reformulação dessa postura estatal vai ser de forma urgente.

Infere-se, portanto, a necessidade da mitigação dos entraves em prol das alternativas para combater os maus-tratos aos animais. Assim, cabe ao Congresso Nacional, mediante o percentual de investimento, o qual será proporcionado por uma alteração na Lei de Diretrizes Orçamentárias, ampliar os anúncios de adoção de animais e ministrar palestras por meio de profissionais especializados na área veterinária, com o objetivo de melhorar como porcentagens no próximo ano. Dessa forma, podemos ter uma sociedade melhor.