Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 25/10/2021

A violência contra animais pode ser observada em diversas esferas, seja no zoológico, no turismo com camelos no Saara, na utilização de elefantes como meio de transporte na Índia ou no ambiente familiar. Desse modo, apesar dos diferentes meios de maus-tratos, esse tema está presente na sociedade e por isso deve ser averiguado. Acerca desse assunto, cabe avaliá-lo no âmbito global e familiar.

Primeiramente, vale analisar a utilização de animais como forma de entretenimento. Sobre isso, durante muitos anos, o uso de elefantes, macacos ou leões foi muito frequente nos espetáculos circenses. Atualmente, o uso de animais, principalmente cachorros, tem sido comum na indústria cinematográfica. Em ambos os casos, tem-se notícias sobre maus-tratos relacionados a alimentação, a moradia ou a higiene e também exploração para desempenharem os atos cênicos. Com relação a isso, no ano de 2019, o filme americano “Quatro vidas de um cachorro” foi denunciado por maus-tratos ao cachorro em determinadas cenas. Assim, observa-se que esse tema está presente em diversos setores culturais em escala global.

Além disso, é importante salientar que essa problemática se encontra também no âmbito local. Nesse sentido, cabe ressaltar que o conceito de maus-tratos engloba desde má alimentação, má higiene e moradia inadequada até agressão física. No que tange o ambiente doméstico, os animais mais afetados são cães e gatos e, nesse sentido, no ano de 2020, foi sancionada uma lei sobre maus-tratos contra estes animais, indicando que a pena é de reclusão, de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda. Dessarte, observa-se que a violência contra os animais também deve ser discutida no ambiente familiar.

Portanto, verifica-se que esse tema pode ser observado nas mais diversas espécies de animais e nos diferentes ambientes sociais. Por isso, cabe à Sociedade Protetora dos Animais incentivar a denúncia de maus-tratos contra animais, sejam domésticos ou silvestres, através de campanhas, por meio das redes sociais – Facebook e Instagram -, que expliquem o que se enquadra como maus-tratos, a fim de que a população se conscientize e tome conhecimento sobre o assunto, para que seja possível reduzir os casos de violência contra os animais.