Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 16/02/2022
Crueladade Animal
Fala-se muito em crueldade aos animais no momento, mas o primeiro reconhecimento real da proibição da crueldade aos animais veio em 10 de julho de 1934, no governo provisório de Getúlio Vargas, que tornou a crueldade uma contravenção. Para os animais, a legislação para proteger os animais apareceu pela primeira vez no exterior. Não demorou muito para o Brasil se destacar nesse tipo de pensamento, aprovando leis que visam proteger o bem-estar animal.
Existem dois tipos de crueldade: crueldade ativa e crueldade passiva. Crueldade ativa é qualquer ação deliberadamente provocada com o objetivo de ferir um animal, fazendo com que ele sofra dor e sofrimento, como a mutilação. privação de água e alimentos, usá-los como testes submetidos ao homem, como alimento humano, como objeto da evolução de ideias que vêm modificando essa visão, mas nos dias de hoje, a visão pré-histórica da existência desse animal deve ser alterada para nos servir.
Atualmente, existe uma lei que impõe de 2 a 5 anos de detenção, multa e não guarda, além de aumentar de 1/6 para 1/3 da multa se um animal for morto. Os agressores sentem-se acima da lei e, assim, desfrutam de uma sensação de impunidade. Um fator que contribui para isso é a falta de informação por parte de denunciantes que não sabem a forma correta de lidar com a situação.
Devido aos fatos acima, o combate à crueldade animal é um problema urgente. Uma medida que deve ser tomada é a informação sobre como denunciar. Isso pode ser feito por meio de redes sociais e meios de comunicação como rádio e televisão para melhorar o acesso das pessoas à informação. Atualmente, muitos usuários utilizam esses meios de comunicação, onde podem ser realizadas ações para notificar reclamações, por exemplo: telefonemas, e-mails e, além de chamar a polícia, pelo 190. Você também pode apontar a forma correta de fazer a denúncia e como provar a veracidade da denúncia. Para ampliar a mensagem, cartazes informativos podem ser produzidos e distribuídos em delegacias, escolas, hospitais e parques. Todas essas medidas podem ser implementadas pelo governo federal e pelo ministério da cidade.