Alternativas para combater os maus-tratos aos animais
Enviada em 16/07/2022
A vida com os animais quando harmoniosa e pacífica proporciona uma convivência positiva na sociedade. No entanto, diversos tipos de violência desrespeitam esse vínculo de cuidado e respeito com os animais, ocorrendo tanto nas ruas quanto dentro de uma residência familiar. Urge, portanto, a necessidade de uma fiscalização eficiente das leis de maus-tratos e mudanças de comportamento da população em face da interação com os animais.
Nesse sentido, é notória uma vigilância rigorosa que efetive legalmente a punição contra agressores de animais. À vista disso, o atual governo do Brasil sancionou uma lei que aumenta a pena aos maus-tratos a cães e gatos, porém, dados da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) mostram um aumento de 64,6% de casos sobre maus-tratos a animais no país. Por esse viés, fica claro a presença de um sistema de leis punitivas, mas que não tem capacidade de exercer as suas funções em totalidade. Com isso, a presença de medidas legais são de extrema importância, todavia, sem uma preocupação posterior a sua criação os índices de maus-tratos aos animais continuaram aumentando cada vez mais, sendo necessário uma luta constante e incessante a essa violência sem sentido.
Por conseguinte, deve-se rever as atitudes da população interagindo com os animais de seu convívio. Segundo o filósofo Maquiavel, o ser humano é mal por natureza, sempre querendo demonstrar superioridade e poder sobre aqueles vistos como inferiores. A partir do pensamento do filósofo, podemos inferir que muitos dos casos de maus-tratos com os animais podem ser explicados por uma visão distorcida de supremacia, dando a sensação de domínio para os agressores.
Portanto, é urgente uma ação que priorize o bem-estar para os animais, prevenindo-os de maus-tratos. Para tanto, o governo deve incentivar uma maior fiscalização do exercício das leis, por meio de vigilâncias mais criteriosas e rígidas, a fim de não permitir passar em pune violência contra animais. Ademais, a própria população deve participar dessa luta para o bem dos animais, revendo suas ideologias éticas, por intermédio de posturas mais críticas e humanistas, aflorando a sua mentalidade e permitindo assim, a estável convivência entre humanos e animais.