Alternativas para combater os maus-tratos aos animais

Enviada em 02/11/2024

No livro vidas “secas”, escrito por Graciliano Ramos, clássico da leitura atura brasileira a cachorra baleia, importante integrante da família, foi sacrificada após contrair uma doença que a família não teria condições de arcar com os o tratamento. A partir do caso citado é possível observar que a realidade contemporânea brasileira não se distancia do livro escrito no século XX, e os desafios para assegurar os direitos dos animais ainda se perpetuam, portanto, é essencial analisar os maiores propulsores desse contexto hostil: negligência estatal e sociedade narcisista.

Dito isso é nítido que a dificuldades de promover a valorização dos bichos ascendem a medida que as raízes indolentes da sociedade são mantidas. Com base no conceito banalidade do mal criado pela filosofia alemã Hannah Arendt o perceptível que a população normalizou a violência como se fosse um mecanismo válido e natural. Logo devido a uma notória indiferença da comunidade os animais continuam tendo seus direitos negligenciados.

Ademais, é inegável que o escasso interesse político em garantir o direito dos animais. Tal premissa deve-se a disseminação massiva de falta de informação por parte do povo, devido à omissão da mídia. Para ilustrar, nota-se a animação 101 dálmatas onde a vilã Cruella de Vil maltrata os animais para benefício próprio. Fora das telas, apesar de ficcional, a animação retrata uma terrível realidade de muitos bichos.

Diante do exposto, denota-se a urgência de fortalecimento das propostas governamentais existentes, portanto, cabe ao estado abordar políticas públicas efetivas com seriedade, tornando-as punições mais rigorosas e eficaz.

Outrossim, é imprescindível que a mídia junto ao Ministério do Meio Ambiente e IBAMA seja utilizada para divulgar os direitos dos animais. Assim, o Brasil será uma nação com mais respeito empatia pelos animais.