Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil
Enviada em 02/09/2021
É de conhecimento médico que todo vírus sofre mutações ao longo de sua vida, mutações estas as quais podem gerar maior risco à saúde pública se não identificadas e tratadas a tempo. Com o vírus do Sars-CoV-2 não se é diferente, as principais variantes deste: Alfa (encontrado primeiro do Reino Unido), Beta (África do Sul), Gama (Brasil) e Delta (Índia), consideradas preocupantes pela OMS (Organização Mundial da Saúde) demonstra este risco iminente advindo de alterações genéticas.
Por conta da diminuição de casos e mortes por Covid-19 as cidades começaram a normalizar suas atividades comerciais e de lazer, o que agrava, sem quaisquer dúvidas, a transmissão do vírus, o que consequência agrava também as variantes. Deixando entendível que quanto maior a circulação maiores as chances de modificações genéticas que podem possibilitar uma maior resitência a vacinas e medicamentos.
Mesmo que boas as taxas de vacinação em determinados países, a abertura para à turistas é de extremo risco à saúde, deixando muitos lugares sujeitos a circunstâncias críticas como a Ásia e Oceânia. ‘‘Adendo ao Japão que com a onda de turistas por conta das Olimpíadas 2020 vive uma crise sanitária, batendo o recorde diário de 4,166 novos infectados em Tóquio" divulga a OMS no jornal O Tempo.
Perante os fatos apresentados, faz-se necessário que o governo, orgão de gestão e controle da renda pública, investa em pesquisas e equipamentos para que se tenha o maior acompanhamento das variantes de forma semanal e mensal por parte de institútos de pesquisa, para que assim não se tenha um descontrole em massa por parte do vírus. Juntamenrte com o investimento da parte da Secretaria Municipal da Saúde de cada estado à companhas de concientização acerca da vacinação e imunização da população, ao mesmo tempo que promove companhas de incentivo a ficar em casa, para que assim a circulação e transmissão do vírus e suas variantes seja minimizada.
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