Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil
Enviada em 20/08/2021
A saúde pode ser definida como o estado de equilíbrio dos índices estruturais e funcionais do organismo. Em detrimento á este estado as variantes do COVID-19 geram um desequilíbrio no corpo humano e seus efeitos são imprevisíveis com risco de causar a morte. Por se tratar de uma doença relativamente nova as alternativas para dimunuir seus efeitos vão da prevenção ao tratamento precoce e exigem uma mudança de hábitos rotineiros e dos protocolos de atendimentos em unidades de saúde do Brasil.
Inicialmente, é notório que as novas variantes do Corona Vírus, Alfa, Beta, Gama e Delta, causam sintomas diferentes e possuem um maior potencial de transmissão. A exemplo disso, no Rio de Janeiro em 2021, 45% dos casos registrados de COVID-19, foram da variante Delta. Tal conjuntura, salienta a necessidade dos cuidados da população em geral referente ao uso da máscara, higienização das mãos com água e sabão sempre que possível, uso do álcool em gel sempre que tocar em superficies de contato público, evitar passeios desnecessários e não expor crianças e idosos ao contato com outras pessoas além do necessário. Tais medidas são uma das tentativa de driblar o avanço da doença no País.
Outrossim, em São Paulo o Instituto Butantã identificou 50 casos da mesma variante, Delta, em uma semana, esta variante causa doenças mais graves e ameaça a eficácia da vacina no País, segundo a OMS. Este cenário aponta o tratamento precoce como uma das maneira de diminuir o aumentos de casos do virús no Brasil. Fito em proteger a população, a orientação dos profissionais da saúde é que os pacientes ao sentirem o menor sintoma característico da doença, procure uma unidade de saúde para ser atendido o mais rápido possível. Feito isso a tendência é diminuir a possibilidade de contagiar outras pessoas, medida que visa também amenizar o avanço das varianes do Corona virús no País.
Sendo assim, torna-se necessário que os Governos Municipais, por meio da Secretária de Saúde de cada município, com apoio do Governo de seus respectivos Estados, concientizem a população através das mídias de televisão, rádio e panfletos informativos distribuídos em postos de saúde e comercios locais, com explicação sobre a necessidade dos cuidados com a higienização pessoal. Além de disporem de unidades de saúde separadas para atendimento de pacientes com sintomas de COVID-19, disponibilizando de profissionais que realizem consultas e exames necessários para detectar o virús. Dessa maneira, coloca-se em prática formas de prevenção e tratamento da COVID-19, com o objetivo de deter o avanço da doença e suas variantes, diminuir seus efeitos na saúde e proteger a população.