Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil
Enviada em 21/08/2021
A série de quadros “O Grito”, do artista norueguês Edvard Munch, retrata claramente o espanto a algo, representado na figura andrógina das obras. Nesse sentido, pode ser compreendido como uma descrição metafórica do que ocorre na sociedade contemporânea quando saem notícias de que estão avançando os casos de novas variantes e são necessárias alternativas para diminuir essa mazela. Nesse contexto, as principais causas desse obstáculo são o desleixo da população com a profilaxia e a negligência do governo nas medidas restritivas de combate ao vírus.
Preliminarmente, é válido destacar que o descuido da sociedade gera consequências negativas. Nessa lógica, o filósofo e sociólogo Zygmunt Bauman cita que não são as crises que mudam o mundo, mas a relação das pessoas com elas. Dessa forma, é possível observar que, mesmo com mais de 500 mil mortes por Covid-19 no Brasil, grande parte da população deixada de ter um cuidado mais severo para não se contaminar com doença, visto que o uso de máscaras, por exemplo, decaiu com o tempo.
Outrossim, é important relevantar que a desatenção do governo com as medidas restritivas causa a instabilidade da situação. Na luz dessa perspectiva, muitos acessórios não estão conseguindo manter seus negócios por ter dividido devido à inúmeros decretos, pouco eficientes, de lockdown nas cidades; o que leva muitos a ficarem desempregados - que já soma mais de 14 milhões de pessoas no Brasil, segundo o IBGE.
Fica evidente, portanto, que, diante dos desafios supramencionados, são necessárias operantes. Para isso, compete ao Ministério da Saúde publicitar campanhas que mostram a importância dos cuidados de higiene para evitar a contaminação pelo vírus e suas novas variantes. Essa aplicação deve ser feita por redes sociais, visto que é um meio de comunicação muito utilizado hodernamente, um fim de mitigar os casos da doença no Brasil.