Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil

Enviada em 21/08/2021

O atual COVID-19 vem matando pessoas no Mundo todo, e só no Brasil, levou à óbito mais de 500 mil pessoas. A problemática do vírus são suas variantes, microrganismos geneticamente distintos da cepa principal, mas que não são suficientes para que se torne uma nova denominação de vírus. Em nossa nação, a variante Delta já representa metade dos casos positivos para Covid, segundo o site Isto É Dinheiro.

Nesse sentido, precisam-se criar alternativas para driblar os avanços de novas cepas. Não há dúvidas de que a quarentena é necessária, e precisa ser seguida. Porém, segundo dados da empresa de tecnologia In Loco, em março deste ano, somente 50% dos brasileiros estavam em isolamento social. E os dados tendem a piorar ao longo dos meses, trazendo uma preocupação a quem realmente se cuida e faz todos cuidados necessários para não se contaminar.

Enquanto estados e munícipios se preocupam em vacinar sua população, o Brasil continua a ter um governo negacionista, e que não promove o incentivo a vacinação. Se desde o início da pandemia, a gestão brasileira fosse inteligente e tivesse seguido as orientações da Organização Mundial da Saúde, e os exemplos de países vizinhos, a situação atual poderia ser diferente. Grande parte da população já poderia estar vacinada e a população que segue ideias governamentais negativistas seria minoria.               Diante do exposto, o incentivo ao distanciamento social é fundamental para impedir a propagação de novas cepas. O governo federal, junto com mídias públicas como: canais abertos e redes sociais de grande acesso, devem criar propagandas de conscientização à prática da quarentena. Com isso, a população será lembrada de que a pandemia ainda não acabou, e os cuidados devem continuar, mesmo que a situação atual tenha caído na rotina.

Ademais, a distribuição de vacinas para Covid-19 deve ser agilizada pelo ministério da saúde. Os prazos de entrega devem diminuir, colocando mais trabalhadores que auxiliam na locomoção das doses para os estados, com o objetivo de que nenhum deles fique sem imunizantes para a população. A aplicação da segunda dose deve ser mais rígida, para que todos sejam imunizados 100%. Tudo isso visando de atingir a vacinação em massa, e driblar os avanços de novas variantes.