Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil
Enviada em 23/08/2021
Segundo especialistas entrevistados pela BBC, as novas variantes da Covid-19 representam um risco maior para a saúde pública do que a sua forma inicial. No contexto nacional atual, a variante Delta – variante que apresenta mais risco no Brasil atualmente – se espalha com rapidez e a falsa sensação de segurança devido á primeira dose da vacina faz com que o vírus dissemine-se cada vez mais. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Primeiramente, faz-se necessário clarear que a maior parcela de culpa do avanço das variantes de Covid-19 no Brasil vem dos cidadãos negligentes. Por um lado, nota-se que muitos consideram que a quarentena está chegando no seu fim, portanto, segundo os mais desleixados, não existe problema em colocar a saúde pública em risco pois o risco em si não é existente. Por outro, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), nas últimas quatro semanas, houve um aumento de 80% no número de infectados pelo coronavírus no mundo, principalmente por conta da variante Delta, incialmente identificada na Índia. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Ademais, de um ponto de vista econômico, o avanço das novas variantes de Covid-19 no Brasil pode causar efeitos desastrosos. Segundo jornalistas da CNN, os gastos com o vírus já passaram-se dos limites aceitáveis e, com o avanço de novas variantes por imprudência de cidadãos, esse cenário pode-se agravar ainda mais. Despesas com habitações para infectados estavam praticamente vazias, com apenas 906 hospitalizações, de acordo com a SES-RJ (Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro), agora o caso mudou, com o avanço das novas variantes a tendência é crescer o número de internados. Dessa forma, nota-se a necessidade de solucionar essa condição cada vez mais presente no Brasil.
Portanto, faz-se imprescindível que a mídia - instrumento de ampla abrangência - informe a sociedade a respeito das novas variantes da Covid-19 no Brasil, por meio de comerciais periódicos nas redes sociais e debates televisivos, a fim de formar uma sociedade informada. Paralelamente, o Estado - principal promotor da harmonia social - deve promover a educação de cidadãos, por intermédio de incentivos monetários para informa-los sobre o tema, com a finalidade de amenizar o problema. Assim, o corpo civil será mais educado e o Covid-19 não será mais uma realidade do Brasil.