Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil
Enviada em 24/08/2021
Originário do continente asiático, o Covid-19, vírus bastante infecciso, é o responsável pela atual pandemia enfrentada no Brasil e no mundo. Assim como outros vírus, ele também é muito mutagênico e, dessa forma, surgem novas variantes, devido à suavização da pandemia pela população, além da escassez de projetos estatais.
Primeiramente, é evidente a suavização da situação pandêmica enfrentada. Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil, mais de 600 mil pessoas morreram em decorrência do Covid-19 e, consequentemente, esse número tende a aumentar devido à chegada de novas cepas no país. Esses dados, demonstram o perigo das novas variantes, visto que podem disseminar-se de modo eficiente em todo o país, pois a população continua relatizando a situação pandêmica e não aderem as medidas de proteção necessárias.
Além disso, a falta de projetos governamentais dificulta a defesa contra o avanço das novas cepas. De acordo com a Organização da Saúde, a vacinação é o principal método para diminuir a contaminação do vírus e suas variantes. Ademais, conforme dados do Instituto Butantan, principal produtor de vacinas contra a Covid-19, menos de 50% da população brasileira foi imunizada de maneira efetiva. Isso retrata a falta de projetos estatais, que dificultam a produção e distribuição de imunizantes pelo país e, dessa forma, resultam em uma maior contaminação da população.
Sendo assim, medidas são necessária para resolução do problema. Portanto, o Ministério da Saúde, deve criar campanhas e propagandas em mídias digitais, que visem informar a população sobre os métodos de proteção e imunização contra o vírus. Para tal, é necessário a disponibilização de verbas para contratação de médicos infectologitas, a fim de possibilitar a disseminação de informações e resolução de dúvidas da população. Mediante, a aplicação das ações explicítadas, espera-se que seja possível driblar os efeitos das variantes do Covid-19 no país.