Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil

Enviada em 23/08/2021

O termo variante é usado para se referir a evolução de um vírus, em que altera as informações genéticas, com isso, pode fazer com que tenha maior capacidade de infecção e maior probabilidade de ser fatal. No entanto, esse termo, não está sendo diferente nesta pandemia.

O coronavírus já obteve diversas variantes, onde elas são mais fáceis de transmitir. Porém, não há comprovação científica que elas possam causar casos graves da doença. Conforme isso, o Sars-CoV-2 possui quatro variantes e elas são: Alfa; Gama; Beta e Delta. Cada uma atingiu seu país de origem de formas diferentes. Umas mais leves, e outras mais resistentes. Mas, as vacinas resistem as essas variantes?

Esse é um assunto que está sendo muito tratado no momento, por conta dessa época de vacinação em que o Brasil está passando. Por conta disso, há diversas reportagens sobre as vacinas e as pessoas estão querendo escolher a vacina que irão tomar.  Felizmente, estudos apontam que não há evidências de que existe a capacidade do vírus escapar das vacinas. Após pesquisas, a vacina mais imunizante é a AstraZeneca, da Oxford, sendo eficaz para todas as variantes citadas. Além dessa, também possui a Pfizer, imunizando a cepa Delta, da Índia.

Com o objetivo de minimizar a proliferação do Covid-19, é dever do Ministério da Saúde dar prioridade a criação da Oxford, a vacina AstraZeneca, considerada a  mais competente. Onde, o governo federal, compraria mais doses dessa vacina do que as outras, gerando imunização e evolução ao país.

Como ainda estamos em fase de vacinação, ainda temos que ter os mesmos cuidados do início da pandemia. Máscara no rosto. Álcool em gel na mão. Compaixão ao próximo, já se foram mais de meio milhão de pessoas somente no Brasil, e cada um era o amor da vida de alguém.