Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil

Enviada em 24/08/2021

O Covid-19 vem sendo a pedra no sapato do Brasil e da humanidade no que já se parece uma eternidade. Desde que a transmissão do vírus fez o planeta entrar em colapso com milhões de mortes, aumento do desemprego e uma crise econômica global sem precedentes, o mundo se encheu de falsas esperanças para o fim do pesadelo da pandemia. A vacinação em massa é um passo importante para conter a influência do Covid, mas não é tão simples assim. A noite é sempre mais escura antes do amanhecer, e o que faz a noite ficar mais escura nesse caso? As variantes.

A mutação de um vírus é um processo natural, e suas mutações podem amplificar seus efeitos de transmissão, resistência e fatalidade. As variantes do Covid chegaram no momento em que os países começavam a flexibilizar suas restrições quanto a pandemia, seja pelo número alto de vacinações, ou pela necessidade do crescimento da economia local. Com as pessoas fora de casa, e muitas vezes desrespeitando as regras sanitárias impostas, as variantes com maior índice de contaminação começaram a se espalhar rapidamente.

O exemplo que podemos ver com maior evidência no Brasil é a variante indiana Delta. Ela vem infectando centenas de brasileiros por dia, com uma concentração maior no estado do Rio de Janeiro, onde causou um aumento repentino no número de internações desde que chegou por lá. E esse aumento de casos vai colocando o sonho da ‘’volta a normalidade’’ cada vez mais distante.

Por mais que a situação esteja crítica, há certas atitudes que podem ser tomadas tanto pelos responsáveis da saúde, quanto as outras pessoas que podem driblar o avanço da propagação das variantes mais infectuosas e letais. Como maior cuidado na hora de liberar ações que provoquem aglomerações, uma campanha de vacinação mais forte aos jovens que não estão se vacinando tanto e podem transmitir aos mais velhos.