Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil
Enviada em 26/08/2021
No ano de 2020, a pandemia do coronavírus surpreendeu a população mundial, que necessitou de tomar medidas restritivas, como, o isolamento social, para atenuar a disseminação do vírus. Bem como, decorrente das campanhas de vacinação, as medidas protetivas sofreram uma flexibilização, possibilitando uma rotina “comum” à população novamente. Entretanto, a variante do vírus Sars-coV-2 está em ascensão, e para que ela não atinja grandes proporções, é essencial que os protocolos de flexibilização da restrição sejam revisados, a fim de conter o avanço da variante na sociedade.
A priori, deve-se compreender que as precauções devem prevalecer, independentemente das flexibilizações, afinal, o vírus ainda demonstra um risco à saúde. De acordo com o site “Isto é”, 16,62% dos casos no Rio de Janeiro foram detectados como variante “Delta”, que apresenta características de maior transmissão quando comparada ao Sars-coV-2. Assim, conclui-se que a revisão de protocolos é essencial para a atenuação da variante e segurança dos cidadãos, haja vista que o contato frequente e descuidado entre os indivíduos pode ser um fator que agrave os níveis de contágio da Delta.
Outrossim, informar a população sobre a nova variante é muito relevante, pois apresenta informações que auxiliam no reforço dos cuidados. Ademais, a vacinação contra a Covid-19 também é essencial para a diminuição dos casos de transmissão do vírus. Segundo o ‘‘G1", mais de 60% dos casos de coronavírus foram atenuados desde janeiro de 2021, decorrente da campanha de vacinação. Logo, conclui-se que a informação sobre a atual situação da variante e os cuidados que a população deve tomar são extremamente necessários para conter a transmissão.
Portanto, para que não ocorra o avanço das variantes da Covid-19 no Brasil, órgãos como a Organização da Saúde, juntamente com os governadores dos estados devem, por meio de campanhas nos meios de comunicação, como, por exemplo, mídias sociais, televisão e rádio, auxiliar nos cuidados necessários para conter o vírus e não ser contaminado, além de informar sobre os graves riscos que as variantes apresentam para a sociedade. Dessa maneira, a fim de promover o bem-estar e segurança d apopulação, as organizações irão, possivelmente, conter a ascensão das variantes.