Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil

Enviada em 31/08/2021

No século XIV, a peste bubônica matou milhões de pessoas, alastrando-se por toda a Europa e se tornando a pandemia mais devastadora da história. De maneira análoga a isso, a COVID-19 está a caminho das páginas dos livros de história, em que causou e ainda causa problemas para todo o mundo com suas variantes se multiplicando a cada dia. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: o porquê da lenta diminuição dos casos e como driblar os efeitos que suas variantes possuem.

Em primeiro plano, o Brasil, diferentemente de outros países, tem desrespeitado em geral o isolamento social e os fatores de segurança. Desse modo, com a falta de consciência dos indivíduos e a pouca eficácia das vacinas contra as variantes, a propagação continua. Dessa forma, como disse Gandhi, “temos que nos tornar a mudança que queremos ver", fica claro que nada além dos seres humanos pode contornar essa situação.

Além disso, é notório que as mutações são mais fortes e fatais, ademais, alastram-se de maneira mais rápida. Desse modo, é preciso que a imunidade de cada habitante seja mais resistente para que novas alterações mutantes não atinjam as mesmas. Dessa forma, como no filme “Eu sou a lenda“, os cientistas devem fazer mais pesquisas para a cura e imunidade contra o vírus.

Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham a driblar o avanço dessas variantes. Por conseguinte, cabe à OMS, como maior agente da saúde, aumentar o número de médicos cientistas nas buscas de vacinas, por meio de autoridade, a fim de um país seguro em relação à doença. Também, a mídia, como agente influente, deve propagar sobre as consequências que o mal cuidado proporciona, assim haverá uma maior conscientização sobre a pandemia.