Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil
Enviada em 31/08/2021
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela ONU, é direito de todos, sem qualquer distinção, o acesso à saúde. Entretanto, o cenário visto pela COVID-19, impede que isso aconteça na prática, devido, não só pela falta de investimento como também a desigualdade social. Nesse contexto, evidência-se a necessidade de serem protegidas atitudes pelas autoridades competentes para reverter essa problemática.
Em primeiro lugar, uma das maiores dificuldades enfrentadas são os leitos interditados nos hospitais, consequentemente torna-se difícil atender a indigência de todos. No período da gripe Espanhola, ocorrida no ano de 1918, não se sabe ao certo o local de origem, contudo matou cerca de 50 milhões de habitantes ao redor do mundo. Assim, fica claro que esse problema impacta diretamente nos países, tendo em vista que a grande maioria não possuía condições específicas para determinados requisitos.
Além disso, apesar da vacinação avançada, com o surgimento das variantes do vírus torna-se um empecilho a mais para que o término da pandemia aconteça. Paralelamente, é indispensável a proteção coletiva realizada através do uso de máscara e higienização adequada. Logo, a disponibilização gratuita dos componentes para a baixa renda é o governo, garantindo o acolhimento da humanidade.
Portanto, é preciso que o Estado tome providências plausíveis para amenizar o quadro atual. Com intuito de driblar como variantes do Corona Vírus no Brasil, insta que o ministério público implemente por meio de fundos investimentos na ciência afim de agilizar o desenvolvimento na produção de vacinas que atuam contra qualquer diversidade da doença. Somente assim, será possível adquirir maior conhecimento tecnológico para o bem estar público.