Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil
Enviada em 01/09/2021
Todos os vírus detecção mutações naturais com o tempo e o Sars-CoV-2 não é exceção. Desde que o vírus foi identificado pela primeira vez, surgiram nomes de mutações. Especialistas em todo o mundo têm monitorado a evolução do Sars-CoV-2 para que os governos respondam a mudanças relevantes no vírus, quatro variantes do vírus Sars-Cov-2: encontrada primeiro no Reino Unido, África do Sul, Brasil e Índia, fazendo com que assim a situação se agrave.
Conforme os especialistas, eles estão mais preocupados com as quatro variantes do vírus Sars-Cov-2: Alfa (encontrada primeiro no Reino Unido), Beta (África do Sul), Gama (Brasil) e Delta (Índia). Todas elas foram classificadas como variantes de preocupação pela OMS porque representam um risco maior para saúde pública, por exemplo, tornando o vírus mais infeccioso, causando mais doenças ou permitindo que ele resista às vacinas em uma proporção maior dos casos.
Segundo o Instituto Butantã, em parceira com a prefeitura de São Paulo, detectou até o dia 3 de agosto, 50 diagnósticos com a variante delta. O monitoramento das variantes é realizado através de cálculo amostral semanal. As informações foram divulgadas pela Secretaria Municipal de Saúde. Segundo documentos dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, a variante Delta, chamada de B.1.617, do coronavírus é tão contagiosa quanto a catapora. Quanto mais o vírus circula, maior a probabilidade de sofrer modificações genéticas.
Infere-se, portanto, a necessidade de mitigação dos entraves em prol da Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil. Assim, cabe ao Congresso Nacional, mediante o aumento do percentual de investimento, o qual será proporcionado por uma alteração na Lei de Diretrizes Orçamentárias, ampliar leis severas, com o objetivo de parar esse avanço da Covid-19 dessa forma, poder-se-á concretizar a “Utopia” de Morus na sociedade brasileira