Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil

Enviada em 02/09/2021

Conforme o cientista francês Louis Pasteur, “os benefícios da ciência são para a humanidade. Nos tempos hodiernos, podemos contar com a ciência para conter o avanço do corona vírus no Brasil e as inúmeras variantes. Cabe analisar a imunidade de rebanho, somado ao tratamento preventivo para driblar o avanço das variantes no país.                                                                                                                  A princípio, urge postular a imunidade de rebanho como uma importante estratégia para atenuar os impactos promovidos pelas variantes do novo coronavírus. Sob tal aspecto, tem-se o estudo coordenado pela Universidade de Medicina de Harvard, o qual concluiu que a “proteção forçada” mostra-se mais eficaz que os confinamentos em massa para diminuir a taxa de infecção viral, uma vez que a transmissibilidade das variantes da doença aumenta na medida em que os indivíduos se conglomeram em suas residências. A partir disso, é factível conceber que as variantes que circulam pelo país apresentariam um limite de avanço se a medida de imunização majoritária fosse aplicada, pois os efeitos das novas variáveis da covid-19 são menos intensas nas pessoas mais jovens e saudáveis do que naqueles pertencentes a algum grupo de risco, além de que esses indivíduos, em geral, estão isolados e podem acabar se contaminando em suas próprias casas numa eventual retomada do lockdown.                                                                                                                                                               Ademais, um outro fator que pode mitigar os efeitos causados pelas novas variantes do vírus supramencionado é a conscientização acerca do tratamento preventivo. Nesse sentido, é válido citar o conglomerado de levantamentos feito por médicos de todos os estados brasileiros que adotaram essa estratégia no combate às complicações do novo coronavírus. À guisa de ilustração, o Dr. Roberto Zeballos compartilhou o fato de que, de todos os mais de 2 mil pacientes diagnosticados com a mais recente variante de covid-19 – conhecida como delta – que ele atendeu, apenas 0,1% evoluíram para as fases inflamatórias da doença, resultado esse que só foi possível, de acordo com o próprio médico, graças à intervenção feita com o uso do “kit preventivo”, que conta com medicações como ivermectina, azitromicina, hidroxicloroquina e vitamina D. Com efeito, constata-se que os efeitos das mutações desse vírus pandêmico podem ser driblados a partir do uso prescrito e controlado dessas substâncias.

Portanto, infere-se que medidas paliativas podem ser tomadas com o intuito de expandir as resolutivas atenuantes da problemática. É viável que o Ministério da Saúde, em parceria com as universidades brasileiras, formalize a criação de um tratado de recomendação do tratamento preventivo em todos os postos de saúde da nação, por meio de cartilhas públicas e compartilhadas por todas as secretarias municipais, a fim de promover um combate mais eficiente aos efeitos do avanço das variantes da covid. covid19 covid19 no Brasil. A partir de tais medidas, a ciência expanda seus benefícios à toda  população.