Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil
Enviada em 05/09/2021
Os especialistas estão mais preocupados com as quatro variantes do vírus SARS-Cov-2: Alpha (descoberto pela primeira vez no Reino Unido), Beta (África do Sul), Gamma (Brasil) e Delta (Índia). Todos esses são classificados pelos OMS como variantes preocupantes porque representam um risco maior para a saúde pública - por exemplo, tornando o vírus mais contagioso, causando mais graves ou tornando-o mais resistente à vacina, no caso. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) afirmam que a variante Delta do coronavírus, chamada B.1.617, é tão contagiosa quanto a varicela. A cepa foi modificada na proteína “spike”, que o vírus usa para ligar às células humanas, ou que explica sua maior capacidade de transmissão.Quanto mais o vírus espalha, maior é uma probabilidade de modificá-lo geneticamente.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de infectados com o coronavírus no mundo aumentou 80% nas últimas quatro semanas, principalmente por causa dessa mutação, que foi descoberta pela primeira vez na Índia - provavelmente a maior. Pode se espalhar entre todas as pessoas cadastradas. A presença dessa variante em 132 países / regiões resultou em mudanças nos acordos e levar da pandemia. Ontem, uma Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), braço da Organização Mundial da Saúde nas Américas, chegou a anunciar que 90% da população deva ser vacinada para controlar a disseminação do vírus.O Brasil detectou deltas em alguns (pouco mais) de 240), mas isso não significa que a variante não se espalhará pelo país.
Os mesmos procedimentos para combater o covid-19 são iguais para as variantes, como o uso de máscara, álcool em gel e o distanciamento, além das vacinas.