Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil
Enviada em 06/09/2021
O perigo das variantes
A humanidade enfrenta a covid-19 desde dezembro de 2019, quando se identificou o vírus na China. Desde então se iniciou a luta contra esse vírus que apresentava um quadro similar ao da gripe comum, mas com um índice de mortalidade bem maior.
Diversas medidas de prevenção contra esse vírus e protocólos de segurança foram estabelecidos em todos os países do mundo até que a vacinação em massa para a população fosse iniciada. Porém, ao decorrer do tempo foram detectadas novas variantes da mesma doença (SARS-CoV-2) que apresentavam maior ameaça a humanidade. As 4 variantes que mais geraram preocupação para os cietistas são Alfa (encontrada primeiro no Reino Unido), Beta (África do Sul), Gama (Brasil) e Delta (Índia).
A variante delta apresenta maior risco de hospitalização e de reinfecção e um quadro de sintomas um pouco diferente (mais dor de cabeça, coriza, dor de garganta e menos perda de olfato e tosse). A delta vem originando bastante preocupação sobre uma possibilidade de escapar da proteção das vacinas. Essa espécie de mutação é em linhase gerais, causadas por aprimoramentos genéticos que ajudam o vírus a se espalhar e se infiltrar no corpo humano de maneira mais fácil.
Estudo divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) nesta terça-feira mostrou que quase metade (45%) dos casos do Covid-19 na capital carioca são causados por mutações delta. A nova cepa teve origem na Índia e foram detectados 26,09% das amostras coletadas em todo o estado.
Para o combate de novas variantes da SARS-CoV-2, é necessario manter os cuidados e protocólos de saúde que ja são aplicados e também deve haver um isolamento para as pessoas que se contaminaram com a covid-19 mais de uma vez, até se ter certeza do estado de saúde dessa pessoa. Novas variantes vão continuar surgindo, e para evitar a proliferação das mesmas, é necessário manter o cuidado com a situação por um longo período de tempo, usando máscaras, higienizando as mãos, evitando aglomerações mesmo após a vacinação.