Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil
Enviada em 08/09/2021
Conforme o Existencialismo, doutrina filosófica surgida na França, em meados do século XX, a liberdade é o fundamento de toda a essência humana. Logo, cabe ao homem ser responsável pela escolha de suas ações no espaço no qual se insere. Porém, no Brasil, infelizmente, ainda, há desafios para se driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 - o que evidencia carência de engajamento governamental para a manutenção do bem-estar social.
É inegável quue as autoridades brasileiras já desenvolvem ações para que a nação viva dignamente no que se refere o controle das variantes da Covid-19. Nessa perspectiva, menciona-se, por exemplo, ações desenvolvidas pelo estado de São Paulo, que vem monitorando o crescimento das variantes, cujo objetivo é garantir a estabilidade do vírus. Isso de certa forma, demonstra que, mesmo a passos lentos, há intenção dos governantes em cumprir com os direitos inerentes ao homem, previstos pela própria Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
Entretanto, medida como essa, por si, não é suficientemente capaz de conter o avanço das variantes da Covid-19, em solo brasileiro, pois observa-se diariamente o aumento de infectados pela corona vírus. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, OMS, ocorreu um crescimento de 80% nos casos de civid no mundo. Isso decorre devido a ignorância da população o que contribui para a proliferação do vírus, e, consequentemente, oportuniza a morte dos indivíduos. Tal realidade está intrinsecamente relacionada com o precário sistema educacional, ora ofertado ao maior contingente populacional do Brasil, inapto a formar para a conquista da plena cidadania. O fato é que, enquanto o Estado não moldar o sistema educacional básico em responsabilidade social e ética, não se conquistará verdadeiramente uma nação livre. Afinal, “Barreiras psicológicas, históricas ou socioeconômicas não são capazes de ofuscar a liberdade”, afirma o filósofo existencialista Jean-Paul Sartre.
Depreende-se, portanto, que há necessidade de maiores investimentos na Educação Básica, previstos pela Lei de Diretrizes e Bases, LDB, número 9394/96. Para isso, é prudente que o Estado, por meio do Ministério da Educação, não só contemple, desde a Educação Infantil, aulas de Formação Cidadã e aulas de responsabilidade social, mas também promova palestras, no contexto escolar, para toda a comunidade, sobre danos sociais oriundos da ida a festas clandestinas, além de, em parceria coma as prefeituras das cidades, em espaço comunitário, desenvolva campanhas com a finalidade de mostrar a importância do uso de máscara,e , por consequência, serão driblados os avanços das variantes da Covid-19, no Brasil. Preparar-se-á, dessa forma, uma sociedade para usufruir dos preceitos existencialistas.